Primavera de Leituras em Guaratuba

Estamos em Guaratuba para fazer um detox de barulho e passar uns dias tranquilos.

Cartonera Bibliotecas do Brasil na Feira do Livro de Araucária!

Fomos convidados para mostrar o que são os livros cartoneros e como eles são feitos.

Bibliotecas do Brasil Inbox #24

Essa newsletter tem textos que falam sobre nossos dias em Guaratuba e sobre a pobreza e os artistas.

sábado, 27 de setembro de 2014

Leia um texto completo da Cartonera Bibliotecas do Brasil


Este é um dos textos que você encontra no primeiro livro independente lançado pelo blog, a Cartonera Bibliotecas do Brasil. Na cartonera os leitores têm acesso a uma diversidade de assuntos abordados e a visão pessoal dos editores do blog que são partilhados na newsletter Bibliotecas do Brasil Inbox. As páginas têm várias ilustrações e cada livro possui uma capa única, pintadas em papelão reciclado com artes exclusivas feitas pelo Juliano Rocha. As cartoneras são costuradas à mão por Daniele Carneiro.
Ao comprar uma Cartonera Bibliotecas do Brasil vocês estará adquirindo um livro único que também é uma obra de arte, e auxiliará os autores do blog Bibliotecas do Brasil a expandir o conteúdo produzido com novos temas, colaborará para manter o blog, irá ajudá-los a conhecer mais ações de incentivo à leitura pessoalmente e também vai cooperar diretamente para que novos produtos únicos, artesanais e independentes sejam lançados. Saiba como comprar a Cartonera Bibliotecas do Brasil aqui.

Por que os livros devem ser livres?

Texto de Juliano Rocha 

Livros abrem caminhos e mentes, a leitura é uma das mais potentes armas para efetuar a melhoria de vida de alguém, ela pode educar, instruir, formar caráter, divertir, acalmar, emocionar e até apaixonar quem a pratica. Um leitor é alguém que possui um maior conhecimento daquilo que está ao seu redor, e exatamente por isso está menos propenso a ser enganado por soluções fáceis oferecidas por salvadores da pátria, sejam eles políticos ou não.
O início da vida de leitor começa nas mais diversas idades, varia muito de acordo com a vida que cada um leva e principalmente com a facilidade de se conseguir um livro. O acesso aos livros não é tão simples quanto de outras mídias, vemos televisores em quase todos os ambientes que frequentamos, computadores também alastraram-se em quase todos os cômodos de escritórios e residências, porém o livro, esse objeto que muda vidas, infelizmente não é encontrado em todas as casas que visitamos.
Para melhorar esta situação, é preciso criar novos pontos de acesso aos livros e principalmente tornar estes pontos livres de controles excessivos e regras que mais afastam do que ajudam os potenciais leitores. Uma biblioteca pode ter vários tamanhos, desde um conjunto de prédios que contém uma quantidade imensa de títulos, até uma prateleira que possua 2 livros disponíveis para empréstimo.
Portanto, montar uma biblioteca não é difícil, ela pode ser do tamanho do excesso de sua prateleira. E quando se fala em bibliotecas livres a execução da ideia torna-se tão fácil quanto descobrir formas em nuvens. Por não necessitarem de um controle sobre o empréstimo e por serem autossustentáveis, a principal atividade da pessoa que criá-la será a de colocar os livros em um local protegido do tempo, divulgar a ideia e no máximo, caso queira, visitar a biblioteca para fazer pequenos ajustes, repor livros, retirar folhetos de propaganda ou arrumar os livros que pelo uso e movimentação podem estar espalhados. E esta manutenção não consome nem 10 minutos de seu tempo!
Uma pequena biblioteca livre, ou apenas um livro deixado livre em um banco de praça podem melhorar a vida de muitas pessoas, pois o livro não para em um só leitor, ele avança, e em seu avanço vai abrindo mentes, questionando seus leitores e criando novos escritores e divulgadores de livros. Esse processo contagioso e magnífico pode e deve ser auxiliado por você que possui livros que já leu, mas que nesse momento são apenas mais alguns centímetros coloridos em uma prateleira que não recebe sua visita há algum tempo. Abra sua mente e suas estantes para novas pessoas e mude uma vida hoje mesmo, arrume um lugar que seja interessante para disponibilizar uma biblioteca livre, coloque os livros, coloque um pequeno cartaz que explica que os livros são livres e conte para todo mundo o que fez, pois o exemplo também é contagioso e logo outra pessoa também abrirá sua estante para novos leitores.

Comece hoje sua biblioteca livre:


  • Separe os livros que quer liberar;
  • Baixe a arte do cartaz;
  • Crie um carimbo para explicar no livro que ele é livre e deve circular (opcional);
  • Coloque os livros em um local protegido do tempo, pode ser em um estabelecimento comercial que o dono aceite a ideia, crie uma pequena casinha para os livros, ou solte os livros em locais de grande circulação de pessoas;
  • Divulgue sua biblioteca ou sua ação de libertar os livros na internet para espalhar a ideia.
E para as bibliotecas existentes, termino com um pensamento do Paulo Freire que viveu para ensinar a importância do ato de ler e da leitura para mostra como uma biblioteca pode modificar a compreensão de mundo de uma pessoa:

"A biblioteca popular, como centro cultural e não como um depósito silencioso de livros, é vista como fator fundamental para o aperfeiçoamento e a intensificação de uma forma correta de ler o texto em relação com o contexto. Daí a necessidade que tem uma biblioteca popular centrada nesta linha se estimular a criação de horas de trabalho em grupo, em que se façam verdadeiros seminários de leitura, ora buscando o adentramento crítico no texto, procurando apreender a sua significação mais profunda, ora propondo aos leitores uma experiência estética, de que a linguagem popular é intensamente rica."

- Retirado do livro A Importância do Ato de Ler de Paulo Freire

Gostou? Adquira seu exemplar da Cartonera Bibliotecas do Brasil e tenha acesso a todo o conteúdo e a um livro-arte exclusivo. Compre aqui.

Texto e arte: Juliano Rocha

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Bibliotecas do Brasil Inbox #24

Nessa semana estamos em clima de praia invernal, entre os quero-queros e as corujas criamos os textos dessa semana que trazem um relato em formato de diário de campo da Daniele sobre os nossos dias silenciosos e de muita leitura em Guaratuba, no litoral do Paraná e o Juliano tenta responder porque tantos artistas sempre conviveram com a pobreza, inspirado pelo novo filme dos irmãos Coen, Inside Llewyn Davis.

O que é a Bibliotecas do Brasil Inbox?
Toda semana, às quartas-feiras enviamos um e-mail com conteúdo novo e exclusivo para assinantes sobre o mundo das bibliotecas livres, iniciativas de incentivo à leitura e o mundo cultural. Sempre com uma visão pessoal do que encontramos pelo caminho ao divulgar e conhecer essas pessoas que estão mudando o mundo, uma biblioteca livre de cada vez.
Assine gratuitamente nesse link e já receba de brinde todas as edições que enviamos até agora: http://eepurl.com/R2rGf

Texto: Juliano Rocha
Arte: Juliano Rocha - Bibliotecas do Brasil
Foto: PhD Academy, Juliano Rocha e Daniele Carneiro
contato@bibliotecasdobrasil.com

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Primavera de Leituras em Guaratuba


Estamos em Guaratuba para fazer um detox de barulho e passar uns dias tranquilos. No ano passado estivemos aqui durante o inverno. Dessa vez viemos dar as boas vindas à primavera e produzir a Cartonera Bibliotecas do Brasil que estará disponível para venda na Feira do Livro de Araucária. Aproveitamos para trazer uns livrinhos na mochila que vamos mostrar para vocês nos próximos posts. Em Guaratuba com o silêncio e a proximidade do mar, toda hora é aprazível para nos dedicarmos à leitura.
Relembre as nossas passagens pela cidade, os livros que trouxemos na bagagem, as ações de incentivo à leitura que realizamos, as pessoas que conhecemos, e todo o conteúdo produzido por nós relacionados aos dias passados no litoral:


Daniele Carneiro - Bibliotecas do Brasil
contato@bibliotecasdobrasil.com
Arte: Juliano Rocha
Fotos: Daniele Carneiro e Juliano Rocha

domingo, 21 de setembro de 2014

Cartonera Bibliotecas do Brasil na Feira do Livro de Araucária!


Temos novidades para contar aos leitores do blog Bibliotecas do Brasil: as cartoneras vão passear! Fomos convidados para participar da Feira do Livro de Araucária para mostrar o que são os livros cartoneros e mostrar como eles são feitos. Relembre a nossa participação no 1ª Festival Literário de Araucária, evento paralelo à 16ª Feira do Livro em 2013.
Vamos poder conversar com as pessoas e mostrar para elas os nossos livros artesanais e independentes, o resultado do nosso trabalho, uma realização que tem trazido muita alegria para as nossas vidas. 
Estamos aguardando a divulgação oficial do evento e logo mais poderemos dar detalhes de como será a nossa participação no festival literário, o horário que estaremos lá e muitas outras novidades! Mas vá anotando na sua agenda, reserve o dia 10 de Outubro de 2014 para conhecer pessoalmente a Cartonera Bibliotecas do Brasil na Feira do Livro de Araucária. As cartoneras estarão disponíveis para venda com desconto. Venha conhecer os nossos livros cartoneros, independentes e autopublicados.

Enquanto isso, passeie pelas fotos para ver a produção dos nossos livros cartoneros: 

Novas cores para as capas.

Juliano na lida para cortar o papelão

Capinhas das cartoneras prontas para serem pintadas

Madrugada adentro


Cartoneras da primeira reimpressão que já foram vendidas

Você pode receber as cartoneras em casa. Saiba como

Novas capas

Daniele Carneiro - Bibliotecas do Brasil
contato@bibliotecasdobrasil.com
Fotos: Dani Carneiro e Juliano Rocha

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sábado, 20 de setembro de 2014

Cartinha que chega traz Frida Kahlo e Sérgio Vaz


Essa semana fomos surpreendidos com uma arte belíssima em um envelope todo estiloso, desenhado pela nossa amiga Leticia Fontoura. O envelope veio cheio de gostosuras: cartinha, desenho da Ísis, uma menininha lourinha e muito querida que conhecemos em Gravataí quando visitamos o G-MÃO em maio, marcadores de livros, postais do Poeta Sérgio Vaz e livros, muitos livros! Esse desenho da Frida Kahlo feito pela Leticia nos emocionou demais!

Marcadores gracinha!


Livros, cartinha, postais, marcadores e desenhos, que alegria receber um envelopão cheio de carinho!


Os cartões postais com poesias de Sérgio Vaz foram muito festejados, que belezura!
"Enfia o dedo na cara do seu dia, e diz: Hoje eu vou ser feliz, quer você queira ou não". Sérgio Vaz


Esse desenho foi a Ísis que fez, uma menininha muito fofa e risonha que pode ser conhecida nesse post com seu irmãozinho Thomas. Conheça a Ronda da Fraternidade e a Leitura no Varal, projetos que a Leticia mantém na cidade de Gravataí no Rio Grande do Sul:


E a parte ainda mais emocionante da carta enviada pela Leticia, ela foi escrita à mão. Quantas pessoas mantém esse hábito tão romântico hoje em dia de escrever cartas à mão? Com uma letra tão caprichada como essa, nós ficamos realmente surpresos e felizes!

Obrigada Leticia, adoramos a surpresa!

Daniele Carneiro - Bibliotecas do Brasil
contato@bibliotecasdobrasil.com
Fotos: Dani Carneiro

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sexta-feira, 19 de setembro de 2014

A banalização da vulnerabilidade


Na newsletter Bibliotecas do Brasil Inbox #23 escapamos um pouco do que é tradicional na newsletter e resolvemos abordar um assunto que repercutiu essa semana nas redes sociais, o quadro "Vai fazer o quê?" do Fantástico que colocou um ator mirim “fantasiado” de menino de rua para pedir livros aos pedestres em frente de uma livraria. Daniele Carneiro, editora do blog Bibliotecas do Brasil faz uma análise bastante crítica e pessoal do que viu e refletiu sobre essa matéria.

Trecho:

"Por que não mostrar iniciativas reais, de pessoas que já estão realizando ações de incentivo à leitura e acesso aos livros para pessoas que se encontram em vulnerabilidade? Eu avalio isso como uma forma de subestimar a inteligência das pessoas, dos próprios telespectadores do Fantástico. Eles partem do princípio de fazer algo pouco aprofundado, não refletem sobre os direitos que são negados aos moradores de rua, e tentam de toda forma legitimar o livro como uma “esmola aceitável”, não o dinheiro ou um prato de comida, ou muito mais que isso, não engajam as pessoas a tomar uma ação solidária efetiva, para melhorar a situação.
Essa ideia do quadro querer legitimar o pedido de um morador de rua por um livro - que remete à cultura e à educação - mas reforçar o preconceito de que se der dinheiro para a pessoa, o que ela fará com ele, - afinal crack também mata a fome – e transmitir a sensação de quem doa poderá colaborar para “sustentá-los”, ao meu ver deixa uma mensagem bem clara enviada pelo quadro do Fantástico: se alguém está querendo dinheiro pra comer, que vá estudar e trabalhar para consegui-lo, mas se for um livro tudo bem. O cidadão de bem ajuda.
O quadro do Fantástico escolheu uma maneira humilhante de mostrar que aqueles que detém o poder econômico devem ser incentivados a doar livros, mas não para se articular para arrecadar roupas, gerar oportunidades de reinserção social e de emprego – poderiam fazer uma excelente matéria sobre quem oferta emprego para moradores de rua. As pessoas que são mostradas tentando ajudar o menino ao longo da matéria como um rapaz que ofereceu um sorvete para ele, e algumas mulheres que sugeriram que ele fosse para um abrigo são mostradas com histrionismo por Ernesto Paglia que atua (de maneira muito falsa) como se estivesse abobalhado com pequenos gestos solidários. É uma reação fake, criada, subestima a inteligência de quem está vendo, e a coisa toda me soou bastante hipócrita, pouco didática e bastante preconceituosa. Seria tão mais interessante se uma matéria em um programa com alta visibilidade abordasse como as bibliotecas públicas recebem os moradores de rua (abordamos esse tema na newsletter Bibliotecas do Brasil #22), se estão preparadas para atendê-los, se existem projetos dedicados a aproximá-los dos livros, se lhes é permitido ao menos usar o banheiro desses locais, e como as pessoas em geral podem colaborar.


O que é a Bibliotecas do Brasil Inbox?
Toda semana, às quartas-feiras enviamos um e-mail com conteúdo novo e exclusivo para assinantes sobre o mundo das bibliotecas livres, iniciativas de incentivo à leitura e o mundo cultural. Sempre com uma visão pessoal do que encontramos pelo caminho ao divulgar e conhecer essas pessoas que estão mudando o mundo, uma biblioteca livre de cada vez.
Assine gratuitamente nesse link e já receba de brinde todas as edições que enviamos até agora: http://eepurl.com/R2rGf

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quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Bibliotecas do Brasil Inbox #23


Na newsletter dessa semana falamos sobre a mais recente leitura do Juliano, o quadrinho “Retalhos” e como um livro tem a capacidade de trazer à superfície muitas memórias adormecidas e nos dá a oportunidade de nos reconstruirmos através da leitura. E escapando um pouco do que é tradicional na newsletter, resolvemos abordar um assunto que repercutiu essa semana nas redes sociais, o quadro do Fantástico que colocou um ator mirim “fantasiado” de menino de rua para pedir livros aos pedestres em frente de uma livraria. A Dani faz uma análise bastante crítica e pessoal do que viu e refletiu sobre essa matéria. Se você viu o quadro do Fantástico será que concorda com essa visão?

O que é a Bibliotecas do Brasil Inbox?
Toda semana, às quartas-feiras enviamos um e-mail com conteúdo novo e exclusivo para assinantes sobre o mundo das bibliotecas livres, iniciativas de incentivo à leitura e o mundo cultural. Sempre com uma visão pessoal do que encontramos pelo caminho ao divulgar e conhecer essas pessoas que estão mudando o mundo, uma biblioteca livre de cada vez.
Assine gratuitamente nesse link e já receba de brinde todas as edições que enviamos até agora: http://eepurl.com/R2rGf

Texto: Dani Carneiro
Arte: Juliano Rocha - Bibliotecas do Brasil
Fotos: Auto-retrato e Ronda da Fraternidade
contato@bibliotecasdobrasil.com

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Cartonera Bibliotecas do Brasil, livros artesanais e independentes


Hoje enviamos quatro cartoneras para o Rio de Janeiro e uma para o Rio Grande do Sul! Agradecemos aqueles que estão apoiando o nosso primeiro livro independente, artesanal, com arte do Juliano Rocha e com textos nossos, estamos muito honrados! Quem quiser encomendar exemplares é só entrar em contato pelo email contato@bibliotecasdobrasil.com ou acessar a página da Cartonera Bibliotecas do Brasil.  Nessas fotos colocamos a frente e o verso das cartoneras que foram enviadas.


Os livros cartoneros que produzimos são publicações independentes e autopublicadas que contém textos selecionados da newsletter Bibliotecas do Brasil Inbox que enviamos semanalmente para os assinantes, além de dois textos inéditos dos editores do blog - um de Juliano Rocha e outro de Daniele Carneiro - escritos especialmente para a Cartonera, com diversas ilustrações feitas pelo Juliano entre os textos. As capas são costuradas à mão pela Daniele e as pinturas são obras do Juliano. Leia mais sobre as cartoneras nesse texto: Cartoneras - livros independentes, sustentáveis e únicos.
Temos mais 5 exemplares disponíveis para venda até a próxima reimpressão. Quem quiser é só deixar um comentário na caixa de comentários do blog Bibliotecas do Brasil, no Facebook, ou enviar um e-mail para contato@bibliotecasdobrasil.com


A Cartonera Bibliotecas do Brasil é também o resultado de um trabalho muito divertido e de aprofundamento que realizamos há dois anos, que é o de conhecer e dar voz através do site à pessoas e grupos que estão realizando com muita competência a aproximação dos leitores com os livros, e incentivando pessoas de todas as idades à leitura e à busca por conhecimento nos lugares mais variados do mundo e que nos servem como uma grande inspiração. Os textos da Cartonera são a nossa visão sobre filmes, livros e temas que nos interessam, além de refletirem sobre práticas que acreditamos que tornariam as comunidades e o mundo em lugares muito mais justos e harmoniosos para todos se houvesse uma maior consciência do que é senso de coletividade e compaixão.

 Cores cítricas


Essa é a segunda remessa de cartoneras que as leitoras e leitores compram para presentear amigos, amigas e familiares. A cartonera é um presente belíssimo, exclusivo, que somente a pessoa que receber terá com aquela capa, pois são todas diferentes umas das outras e numeradas.


 Primeira cartonera com a capa branca


Com os livros cartoneros vimos uma possibilidade de conquistar mais leitores com um livro bonito e bem acabado que concretiza a prática da reciclagem, além de nos permitir usar toda a nossa criatividade, seja através dos nossos textos ou da arte do Juliano nas capas. A autopublicação permite que os textos cheguem imediatamente para os leitores assim como a newsletter, mas com o diferencial de ser um livro físico e único, com capa, páginas e costura, enquanto na newsletter eles existem apenas em formato digital.
Agradecemos imensamente à todos que compraram as cartoneras, nos ajudam a divulgá-las, aos que leram suas páginas e que principalmente, nos apoiam e nos incentivam a continuar.


Essa cartonera foi a primeira a receber um brilho dourado na capa, ficou lindona! 


Daniele Carneiro - Bibliotecas do Brasil
contato@bibliotecasdobrasil.com
Fotos: Juliano Rocha

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